1. Enquadrar e escolher ponto de partida
Tudo começa com um enquadramento inicial, em que percebemos experiência anterior, eventuais indicações médicas e disponibilidade semanal. A partir daí, sugerimos um ponto de partida em termos de nível e frequência, deixando claro que esta decisão será revista depois das primeiras sessões, quando já houver sinais reais de como o corpo reage ao esforço.
2. Observar e consolidar a base
Nas primeiras semanas, aplicamos o que chamamos de ciclo de observação, em que o foco está em ensinar padrões básicos, recolher feedback sobre cansaço e motivação e ajustar detalhes como tempo de esforço e pausas. Não aceleramos progressões apenas porque o calendário avançou, preferimos garantir que a base está sólida antes de acrescentar complexidade.
3. Ajustar intensidade dentro da turma
Com o tempo, introduzimos variações mais desafiantes para quem se sente preparado e mantemos alternativas acessíveis para quem precisa de abrandar. Esta convivência de intensidades dentro do mesmo grupo é possível porque o método define margens de ajuste, permitindo que cada pessoa escolha, em conjunto com o treinador, a versão que faz sentido para aquele dia.
4. Rever ciclos e redefinir próximos passos
Periodicamente, revemos o percurso, analisando assiduidade, sensações de energia, eventuais dores e qualidade de recuperação. Em função dessa leitura, podemos sugerir manter o rumo, abrandar ou, se for adequado, experimentar um nível diferente. Reforçamos sempre que consultar o seu médico em caso de sintomas preocupantes é indispensável e que resultados podem variar, mesmo seguindo o mesmo método.